Alguns princípios gerais da boa governança - agir com legitimidade e dentro da legalidade; assegurar, na prestação de serviços, níveis de desempnho compatíveis com as necessidades dos cidadãos; usar os recursos públicos com eficiência; prestar contas e disponibilizar informação de modo a possibilitar o controle social - tangenciam as reportagens e artigos desta edição de sp.gov .
As áreas da saúde e da educação mereceram maior espaço neste número. Duas palavras a respeito dos casos abordados.
A experiência, em São Paulo, das organizações sociais que operam em parceria com o Estado é complexa e, segundo avaliação de seus atores, bem-sucedida. No modelo, a eficiência e a efetividade dependem tanto da competência dos operadores como da capacidade governamental para estabelecer parâmetros operacionais e financeiros, e para realizar o controle de desempenho. As lições aprendidas aplicam-se a qualquer área em se pretenda conduzir parcerias com a esfera privada e vêm orientando também as relações entre unidades governamentais.
A Escola Estadual Francisco Cristiano Lima de Freitas - destaque nacional em gestão escolar - dá um exemplo inspirador para os gestores da educação. Nessa área, muito se avançou no que se refere a metodologias de ensino e parâmetros para administrar democraticamente. O desafio é a prática. A prestação de serviço com boa qualidade está relacionada a servir-se, da melhor forma possível, dos instrumentos e recursos disponíveis, a ter clareza de objetivos, a gerenciar com criatividade.
Boa leitura!
Cristina Penz - Editora
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